É uma angústia que comprime o estômago há mais de dois
séculos. Oh, céus, como gostaria que isso fosse exagero. Tudo parece tão distante, tão desnecessário,
tão incompleto e é daquela dor que somem os dedos, as mãos, os olhos, a boca e
devagar come as palavras, come o papel,
come o lápis, os livros e a filosofia. Come seu rosto e come sua sombra.
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