O
café está amargo.
Foi
a única coisa que consegui perceber.
Além
dos cigarros,
além
da folha de ponto,
da
escadaria,
da
mente inquieta.
Tinha
subjetividade demais nessa objetividade,
mas
faltava açúcar nesse cinzeiro.
Talvez
esteja no bolso,
na
palavra por dizer,
na
pérola na ponta da flor,
no
bem que se quis.
A
torneira continua pingando.
Ane
B.
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